Quando sua mãe diz que é gorda. Ou quando a gente, mesmo, diz isso.

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Nós, mulheres. Sempre nos cobrando, sempre nos culpando. Quando nos tornamos mães, potencializamos nossa capacidade de autocrítica. Queremos ser perfeitas, mas qual é a medida certa do ‘ser perfeito’?

E porque precisamos ter corpos perfeitos para sermos incrivelmente felizes?

“Hoje eu entendo o que é crescer em uma sociedade que diz para as mulheres que a beleza delas é o que mais importa, e, ao mesmo tempo, define padrões estéticos absoluta e eternamente fora de alcance. Eu também entendo a dor que é internalizar essas mensagens. (…) Mas essa maluquice precisa acabar, mãe.  Acaba com você, acaba comigo. Acaba agora. Merecemos mais – mais que ter dias horríveis por pensamentos ligados a nossa péssima forma física, desejando que ela fosse diferente. E não é mais só sobre você e eu. É também sobre a Violet. Sua neta tem apenas 3 anos e eu não quero que esse ódio ao corpo tome conta dela e estrangule sua felicidade, sua confiança, seu potencial. Eu não quero que ela acredite que a aparência é o maior ativo que ela possui, e que vai definir o valor dela no mundo. Quando a Violet nos olha para aprender a ser uma mulher, precisamos ser os melhores modelos que pudermos. Precisamos mostrar para ela, com palavras e com as nossas ações, que as mulheres são boas o suficiente exatamente como são. E para ela acreditar, nós precisamos acreditar primeiro.”

quando sua mãe diz que é gorda. ou quando nós, mesmas, dizemos isso.Já pensou sobre isso? Sobre o quanto transmitimos essa mensagem dura às nossas crianças? Pronta pra se rever? Veja a íntegra do texto ótimo e contundente “Quando sua mãe diz que é gorda” de Kasey Edwards, publicado pelo pessoal bacana do Cinese. 

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